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5.8.14

Softwares contábeis para estudantes…

Olá pessoal…

Segue uma lista de alguns softwares contábeis para estudantes. A maioria são versões acadêmicas de produtos comerciais. Ressalto que da lista apresentada, eu trabalhei e conheci somente o Cordilheira, da EBS. Os demais não tenho conhecimento sobre como são especificamente. Quem tiver tempo, vale testar alguns deles, talvez.

O importante é que várias empresas disponibilizam soluções que podem ser usadas em disciplinas diversas ao longo do curso. Conversem com o coordenador e, principalmente, com seus professores para, quem sabe, integrar nas aulas o uso de alguma ferramenta dentre as apresentadas.

Até mais…

 

FORTES INFORMÁTICA

A Fortes Informática possui um programa de apoio ao estudante – PAE – em que um dos apoios que oferece é a disponibilização de versão acadêmica de software contábil para uso pelos estudantes. O link para saber mais é <<http://www.fortespae.com.br/paeOquee.php>>

DATA CEMPRO

O aluno Virgílio Pires é quem deu a dica algum tempo atrás. A empresa Data Cempro oferece aos estudantes um pendrive com versão acadêmica aos estudantes. Além de permitir download de seus sistemas para avaliação. Para entrar em contato com eles, segue o link <<http://www.sistemascontabeis.com.br/Index.aspx>>

EBS | Sistema Cordilheira

A EBS sistemas, pertencente agora ao grupo SAGE (dona da IOB), também disponibiliza a alunos versão acadêmica de seu software. Para saber como baixar, acesse o link <<http://www.ebs.com.br/ebssite/html/Solucoes/InstituicaoEnsino/Aluno_v2.html>>

ALTERDATA

A Alterdata também disponibliza versão para estudantes na forma de um “pacote para Estudantes”. Mais informações no link <<http://w2.alterdata.com.br/packstudent/index.asp>>

EXACTUS

Outra softwarehouse que tem versão para estudantes. O link é <<http://www.exactus.com.br/download-academico>>

NETSPEED

Por meio da Licença de Uso Acadêmica, será possível ao aluno utilizar os sistemas Contabilidade, Escrita Fiscal e Folha de Pagamento gratuitamente em seu computador pessoal. O link é <<http://www.netspeed.com.br/educacao>>

CONTMATIC

A Contmatic também possui um projeto voltado para acadêmicos, em que disponibiliza versão de seu software contábil. O link é <<http://www.contmatic.com.br/academico>>

PAI (Programa de Assessoramento Intensivo) do IBPT

Não chega a ser um software contábil, mas julgo ser importante ferramenta para a gestão dos negócios. E que pode ser utilizado em nossas aulas ou TCCs. Segue o link para conhecer um pouco mais da iniciativa <<http://pai.org.br/>>

NASAJON

Empresa do Rio de Janeiro que tem projeto de disponibilizar suas soluções (Contábil, Escrita Fiscal e DP) para estudantes. O link é <<http://nasajonestudante.com.br/>>

31.7.14

CURSOS ONLINE

Olá…

Reproduzo novamente indicação de cursos online da FGV. Constituem ótima oportunidade para aqueles que querem se atualizar e não possuem muito tempo por conta de trabalho, universidade, família, etc. Aos que concluem e atingem média na avaliação, certificados são emitidos. A lista de cursos disponíveis é vasta e existem – do meu ponto de vista – bons cursos propostos. Vale a dica…

CURSOS ONLINE DA FGV

Outra sugestão é o link a seguir, do site CATRACA LIVRE. Nele, além de diversos assuntos, notícias e informações bem legais, há indicações de cursos diversos gratuitos na web. Vale ficar atento…

Até mais…

4.6.14

Contabilidade e Estresse

Olá a todos…

Julgo interessante a matéria do link a seguir que relaciona a valorização do profissional de contabilidade e o nível de estresse. Vale ler…

 

Contadores à beira de um ataque de nervos

10.4.14

Estudantes em Extinção

Não tenho mais o costume de reproduzir textos aqui no blog. Normalmente teço meus comentários e opiniões sobre e a partir deles e posto o link para acessá-los. Mas julgo que o texto abaixo, do Thomaz Wood Jr., traz importante reflexão sobre o ensino e os estudantes/alunos.

Vale ler.

 

Procuram-se estudantes

Além do mico-leão-dourado e do lobo-guará, outro mamífero tropical parece caminhar para a extinção

por Thomaz Wood Jr. — publicado no site da Revista Carta Capital em 10/04/2014 04:52

Diz-se que uma espécie encontra-se ameaçada quando a população decresce a ponto de situá-la em condição de extinção. Tal processo é fruto da exploração econômica e do desenvolvimento material, e atinge aves e mamíferos em todo o planeta. Nos trópicos, esse pode ser o caso dos estudantes. Curiosamente, enquanto a população de alunos aumenta, a de estudantes parece diminuir. Paradoxo? Parece, mas talvez não seja.

Aluno é aquele que atende regularmente a um curso, de qualquer nível, duração ou especialidade, com a suposta finalidade de adquirir conhecimento ou ter direito a um título. Já o estudante é um ser autônomo, que busca uma nova competência e pretende exercê-la, para o seu benefício e da sociedade. O aluno recebe. O estudante busca. Quando o sistema funciona, todos os alunos tendem a se tornar estudantes. Quando o sistema falha, eles se divorciam. É o que parece ocorrer entre nós: enquanto o número de alunos nos ensinos fundamental, médio e superior cresce, assombram-nos sinais do desaparecimento de estudantes entre as massas discentes.

Alguns grupos de estudantes sobrevivem, aqui e acolá, preservados em escolas movidas por nobres ideais e boas práticas, verdadeiros santuários ecológicos. Sabe-se da existência de tais grupos nos mais diversos recantos do planeta: na Coreia do Sul, na Finlândia e até mesmo no Piauí. Entretanto, no mais das vezes, o que se veem são alunos, a agir como espectadores passivos de um processo no qual deveriam atuar como protagonistas, como agentes do aprendizado e do próprio destino.

Alunos entram e saem da sala de aula em bandos malemolentes, sentam-se nas carteiras escolares como no sofá de suas casas, diante da tevê, a aguardar que o show tenha início. Após 20 minutos, se tanto, vêm o tédio e o sono. Incapazes de se concentrar, eles espreguiçam e bocejam. Então, recorrem ao iPhone, à internet e às mídias sociais. Mergulhados nos fragmentos comunicativos do penico digital, lambuzam-se de interrogações, exclamações e interjeições. Ali o mundo gira e o tempo voa. Saem de cena deduções matemáticas, descobertas científicas, fatos históricos e o que mais o plantonista da lousa estiver recitando. Ocupam seu lugar o resultado do futebol, o programa de quinta-feira e a praia do fim de semana.

As razões para o aumento do número de alunos são conhecidas: a expansão dos ensinos fundamental, médio e superior, ocorrida aos trancos e barrancos, nas últimas décadas. A qualidade caminhando trôpega, na sombra da quantidade. Já o processo de extinção dos estudantes suscita muitas especulações e poucas certezas. Colegas professores, frustrados e desanimados, apontam para o espírito da época: para eles, o desaparecimento dos estudantes seria o fruto amargo de uma sociedade doente, que festeja o consumismo e o prazer raso e imediato, que despreza o conhecimento e celebra a ignorância, e que prefere a imagem à substância.

Especialistas de índole crítica advogam que os estudantes estão em extinção porque a própria escola tornou-se anacrônica, tentando ainda domesticar um público do século XXI com métodos e conteúdos do século XIX. Múltiplos grupos de interesse, em ação na educação e cercanias, garantem a fossilização, resistindo a mudanças, por ideologia de outra era ou pura preguiça. Aqui e acolá, disfarçam o conservadorismo com aulas-shows, tablets e pedagogia pop. Mudam para que tudo fique como está.

Outros observadores apontam um fenômeno que pode ser causa-raiz do processo de extinção dos estudantes: trata-se da dificuldade que os jovens de hoje enfrentam para amadurecer e desenvolver-se intelectualmente. A permissividade criou uma geração mimada, infantilizada e egocêntrica, incapaz de sair da própria pele e de transcender o próprio umbigo. São crianças eternas, a tomarem o mundo ao redor como extensão delas próprias, que não conseguem perceber o outro, mergulhar em outros sistemas de pensamento e articular novas ideias. Repetem clichês. Tomam como argumentos o que copiam e colam de entradas da Wikipédia e do que mais encontram nas primeiras linhas do Google. E criticam seus mestres, incapazes de diverti-los e de fazê-los se sentir bem com eles próprios. Aprender cansa. Pensar dói.

3.4.14

Alfabetização contábil é o que?

Mais um excelente texto do Thomaz Wood Jr.

A grande questão, em se tratando de contabilidade, é que temos, no conjunto dos profissionais - inclusive os da docência, noção equivocada de que basta saber fazer os cálculos, basta saber como aplicar os "modelos", basta saber tratar dos números... E esquecemos que comunicação oral e escrita é essencial para o sucesso de qualquer exercício profissional.

Aliás, desenvolver comunicação oral e escrita é desenvolver outras competências, habilidades, destrezas úteis não somente para a vida profissional. São úteis, acima e primeiro de tudo, para a VIDA... E muitos de nós, do campo da contabilidade, não consideramos essa perspectiva.

Será que estou errado? Leiam o texto e depois, se se sentirem motivados, vamos debater um pouco…

 

ANALFABETISMO FUNCIONAL | Por Thomaz Wood Jr. | Publicado na Carta Capital em 24/07/2013